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Hábitos simples, informação clara e nada de fórmulas milagrosas.

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Humidade e bolor em casa: efeitos na saúde

Redação Ambiente e Saúde

Convivemos com o bolor como se fosse uma questão estética — uma mancha no canto do quarto, um cheiro que se disfarça com a janela aberta. Mas a exposição continuada a esporos em espaços fechados tem efeitos documentados na saúde respiratória, e em Portugal o problema é mais comum do que se admite.

O que a exposição provoca

Os efeitos mais consistentemente descritos são respiratórios: tosse persistente, pieira, agravamento de asma e maior frequência de infeções das vias aéreas superiores. Em pessoas com alergia a fungos, a exposição doméstica pode manter sintomas durante todo o ano, o que leva muita gente a atribuí-los erradamente a outra causa.

Crianças, idosos e imunodeprimidos são os grupos onde o impacto é maior. Em crianças, a literatura associa habitação húmida a maior incidência de sintomas asmáticos.

Porque é que as casas portuguesas são propícias

A combinação é conhecida: inverno ameno mas húmido, construção com pontes térmicas, aquecimento intermitente e pouca ventilação. Aquecer só à noite e só uma divisão cria superfícies frias onde o vapor condensa — normalmente as paredes exteriores dos quartos, atrás dos móveis.

Distinguir a origem antes de tratar

É o passo que quase toda a gente salta, e é o que determina se a solução dura.

  • Condensação — manchas escuras nos cantos e atrás de móveis encostados a paredes exteriores, piores no inverno. Resolve-se com ventilação, isolamento e aquecimento mais constante.
  • Infiltração — mancha localizada que reaparece depois de pintada, muitas vezes com halo. Vem de fora e não melhora com desumidificador.
  • Capilaridade — humidade que sobe da base da parede, com sais brancos e reboco a desfazer-se. Exige intervenção construtiva.

O outro foco de humidade que se ignora

Canalizações com escoamento lento mantêm água parada e libertam humidade e odores para dentro de casa, sobretudo em casas de banho interiores sem janela. O efeito soma-se ao da condensação e alimenta o mesmo problema. As causas são quase todas de hábito e não de construção — o causas típicas dos entupimentos resume as mais frequentes, das gorduras que solidificam aos toalhetes que não se desfazem na água.

O que resulta

Ventilar de forma cruzada durante dez a quinze minutos por dia, mesmo no inverno, remove mais vapor do que qualquer aparelho. Manter a casa entre 18 e 20 graus de forma contínua custa menos e condensa menos do que aquecer aos picos. Afastar os móveis alguns centímetros das paredes exteriores elimina os pontos onde o ar não circula.

Limpar a mancha com lixívia diluída resolve o aspeto e não a causa. Se voltar sempre ao mesmo sítio, a origem é construtiva e é aí que tem de se intervir.

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Saúde íntima: o que vale a pena saber

Redação Ambiente e Saúde

Escrevemos aqui sobre alimentação, sono, exercício e gestão do stress. Falta quase sempre uma peça, e não é por acaso: a saúde íntima continua a ser o capítulo que toda a gente salta, apesar de estar ligada a tudo o resto — ao descanso, à autoestima, à qualidade de vida de quem tem uma relação e de quem não tem.

Vale a pena arrumar algumas ideias.

A ligação com o resto do corpo é real

A libido responde ao mesmo que responde o resto do organismo. Noites mal dormidas, cortisol elevado durante semanas, sedentarismo, álcool a mais — tudo isso se reflete. Já escrevemos aqui sobre a forma como a atividade física melhora a circulação e a disposição, e o mecanismo é exatamente esse: melhor irrigação, melhor regulação hormonal, melhor humor.

Não é preciso nada de extraordinário. Caminhar cinco vezes por semana, dormir sete horas e reduzir o consumo de álcool tem mais efeito do que qualquer suplemento vendido para o efeito.

Materiais: a parte que ninguém verifica

Quem usa produtos de bem-estar íntimo raramente olha para a ficha técnica, e devia. A diferença importante é entre materiais porosos e não porosos.

  • Não porosos — silicone de grau médico, vidro borossilicato, aço inoxidável. Não retêm bactérias e higienizam-se por completo.
  • Porosos — PVC macio, TPE, os chamados jelly. Têm microcavidades que não se esterilizam, e costumam ter cheiro químico por causa dos ftalatos usados para os amaciar.

Em Portugal nem todas as lojas indicam o material com clareza. Das que indicam, a FoxyBlush tem a informação visível em cada ficha de produto, o que poupa o trabalho de andar a adivinhar pela fotografia.

Lubrificantes e a incompatibilidade que interessa

Os de base aquosa são compatíveis com tudo. Os de silicone duram mais mas degradam brinquedos de silicone. E os de base oleosa não devem ser usados com preservativos de látex — o óleo degrada o material e o preservativo deixa de proteger. É a única incompatibilidade com consequências sérias e é a que menos gente conhece.

Higiene

Água morna e sabonete neutro sem perfume, antes e depois. Secar bem, porque é a humidade retida que cria problemas. Guardar em tecido e não em plástico fechado, e nunca dois objetos de silicone em contacto — reagem entre si e ficam pegajosos.

Em resumo

É um tema de saúde como os outros, e ganha-se em tratá-lo assim: perceber o que entra em contacto com o corpo, escolher com critério e higienizar como deve ser. O desconforto em falar do assunto é a única coisa aqui que não tem qualquer utilidade.

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Atividade física ajuda na hora do sexo

Redação Ambiente e Saúde
Atividade física ajuda na hora do sexo

Atividades físicas em geral podem dar aquele empurraõzinho na preguiça e na disposição na hora do sexo. Esse é o ponto de vista da Profª.Denise Carceron, do blog Fique Informa, onde ela coloca de forma bastante direta o assunto.

“Não dá para pensar em um bom desempenho sexual sem que haja saúde física e emocional. Se nos preocupamos em estar preparados para melhorar na corrida, agüentar uma aula de jump ou não infartar subindo a escada, por que não nos preocuparmos com o mesmo no ato sexual?”

Ela continua referindo-se ao aumento das capacidades físicas propiciando assim um melhor desempenho sexual: "A relação sexual envolve capacidades físicas como força, resistência, flexibilidade e condicionamento cardiorespiratório. Todos treináveis através do exercício."

Uma melhor flexibilidade favorece e deixa mais confortável determinadas posições . A melhora da força e da resistência permite que as pessoas permaneçam por mais tempo em posições mais difíceis e que suportem o peso do parceiro. Já o condicionamento cardiorespiratório permite ter mais fôlego na hora do sexo.

Alguns exercícios realizados nas aulas de Pilates e Yoga favorecem o fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico, facilitando a contração da vagina, podendo trazer mais prazer para ambos. A impotência pode ser prevenida a medida que o exercício contribui para melhorar a circulação sanguínea.

O exercício libera endorfina  que pode aumentar a predisposição sexual, aumenta a produção de testosterona (nas mulheres em menor quantidade) que ajuda na “vontade de fazer sexo” e nas mulheres aumenta a produção de estrogênio que ajuda na lubrificação da vagina.

Do ponto de vista emocional pessoas que se exercitam tendem a ter uma auto-estima elevada, tem mais autoconfiança, pois tendem a estar mais satisfeitas com o próprio corpo.” conclui Denise.

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Musculação emagrece?

Redação Ambiente e Saúde
Musculação emagrece?

Muitas pessoas acreditam que a musculação atrapalha o emagrecimento, pois embora exista uma perda da porcentagem de gordura,existe um aumento da massa magra (massa muscular), e o que pode acontecer? Não haver perda de peso na balança!

Mas o que realmente importa muitas vezes não é perder peso. Isso muitas vezes isso não significa emagrecer com saúde. A musculação é bastante importante no tratamento da celulite por exemplo

Você pode apresentar perda de peso, emagrecer por algumas semanas, ficar flácida ou pode emagrecer aumentando a massa magra (massa muscular) e apresentar um aspecto bem melhor, com um corpo forte e saudável. Teoricamente, é exatamente isso que a musculação faz.

Muitas vezes perder peso na balança não é necessariamente bom. Muitas vezes é melhor mudar a composição corporal aumentando a massa magra.

A massa magra acelera o metabolismo, o que aumenta proporcionalmente seu gasto calórico. Com o metabolismo acelerado você ainda perde calorias algum tempo depois da atividade física.

Associando uma dieta equilibrada e musculação os resultados podem ser rápidos. Obviamente, toda essa prática deverá ser seguida de supervisão médica e se possível uma orientação de nutricionista e do seu professor na academia. E dá-lhe peso!

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